This is my country ANGOLA

Angola, officially the Republic of Angola, is a country in south-central Africa bordered by Namibia on the south, the Democratic Republic of the Congo on the north, and Zambia on the east; its west coast is on the Atlantic Ocean with Luanda as its capital city. The exclave province of Cabinda has a border with the Republic of the Congo and the Democratic Republic of the Congo. Angola was a Portuguese colony from the 16th century to 1975. After independence, Angola was the scene of an intense civil war from 1975 to 2002. The country has vast mineral and petroleum reserves; however, its life expectancy and infant mortality rates are both among the worst-ranked in the world.

NACIONAL BANK OF ANGOLA

The National Bank of Angola (Portuguese: Banco Nacional de Angola) is the central bank of Angola. It is state-owned and the Government of Angola is the sole shareholder. The bank is based in Luanda and traces its ancestry back to 1865.

ANIP

ANIP - ANGOLA’S NATIONAL AGENCY FOR PRIVATE INVESTMENT ANIP is the Government of Angola’s National Agency for Private Investment (Agência Nacional para o Investimento Privado). Their mission is to help carry out Government policies designed to support the growth of a diversified, stable economy that allows Angola to participate more fully in the global economy. ANIP promotes private investment by Angolan and foreign nationals in targeted industry sectors and development zones.

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dimanche 25 mars 2012

Independencia Angola




Em 10 de Novembro de 1975, o Alto Comissário e Governador-Geral de Angola, almirante Leonel Cardoso, em nome do Governo Português, proclamou a independência de Angola, transferindo a soberania de Portugal, não para um determinado movimento político, mas para o “Povo Angolano“, de forma efectiva a partir de 11 de Novembro de 1975.




Assim, no dia 11 de Novembro de 1975, cada um dos três movimentos de libertação proclamava a independência de Angola: Holden Roberto, da FNLA, proclamou a independência no Ambriz, Jonas Savimbi, da UNITA, proclamou a independência no Huambo e Agostinho Neto, presidente do MPLA proclamou em Luanda a independência de Angola, que passa a designar-se por República Popular de Angola, que só viria a ser reconhecida por Portugal em Fevereiro de 1976, sendo o Brasil o primeiro país a reconhecer o governo do MPLA.



OUVRIR


FERMER



dimanche 11 mars 2012

Angola














Population: 5,516 (rank: #11,865)
Land Area: 52.35 (sqaure miles)
Density: 105.37 (people per square mile)
Housing Units: 233
Household Size: 2.93 (Average)
Water Area: 3.66 (sqaure miles)
Latitude: 30.95
Longitude: -91.59


RAINHA DE ANGOLA







Nzinga viveu durante um período em que o tráfico de escravos africanos e a consolidação do poder dos portugueses na região estavam a crescer rapidamente. Era filha de Nzinga a Mbande Ngol Kiluanje e de Guenguela Cakombe, e irmã do Ngola Ngoli Bbondi (o régulo de Matamba), que tendo se revoltado contra o domínio português em 1618, foi derrotado pelas forças sob o comando de Luís Mendes de Vasconcelos. O seu nome surge nos registos históricos três anos mais tarde, como uma enviada de seu irmão, numa conferência de paz com o governador português de Luanda.

 Após de anos de incursões portuguesas para capturar escravos, e entre batalhas intermitentes, Nzinga negociou um tratado de termos iguais, converteu-se ao cristianismo para fortalecer o tratado e adoptou o nome português de Dona Ana de Sousa.

Em Janeiro de 1647, Gaspar Borges de Madureira derrotou as forças de Nzinga, aprisionando sua irmã, D. Bárbara. Com a reconquista definitiva de Angola pelas forças portuguesas de Salvador Correia de Sá e Benevides, retirou-se para Matamba, onde continuou a resistir.

Em 1659, Dona Ana assinou um novo tratado de paz com Portugal. Ajudou a reinserir antigos escravos e formou uma economia que ao contrário de outras no continente, não dependia do tráfico de escravos. Dona Ana faleceu de forma pacífica aos oitenta anos de idade, como uma figura admirada e respeitada por Portugal.
Após a sua morte, 7000 soldados da Rainha Ginga, foram levados para o Brasil e vendidos como escravos. Os portugueses passaram a controlar a área em 1671. Em certas áreas, Portugal não obteve controle total até o século XX

, principalmente devido ao seu tipo de colonização, centrado no litoral.

No Brasil, o nome da Rainha Ginga é referido em vários folguedos
 da Festa de Reis dos negros do Rosário, onde reis-de-congo católicos lutam contra reis que não aceitam o cristianismo.

Dona Ana de Sousa possuía muitas variações do seu nome que, em alguns casos, eram completamente distintos. Entre eles (mas não apenas, registam-se: Rainha Nzinga, Nzinga I, Rainha Nzinga Mdongo, Nzinga Mbandi, Nzinga Mbande, Jinga, Singa, Zhinga, Ginga, Ana Nzinga, Ngola Nzinga, Nzinga de Matamba, Rainha Nzingha de Ndongo, Ann Nzingha, Nxingha, Mbande Ana Nzingha e Ann Nzingha.